Alopecia androgenética: tratamento em São Paulo

É a forma mais comum de perda capilar e a mais mal compreendida. Não começa com o fio caindo — começa com o fio afinando.

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Antes do tratamento — Alopecia androgenética
Antes
Depois do tratamento — Alopecia androgenética
Depois · 6 meses

Caso real de paciente atendida pela Keila. Resultados variam conforme o quadro clínico de cada pessoa.

O que está acontecendo no seu couro cabeludo

Na alopecia androgenética, folículos geneticamente sensíveis reagem aos andrógenos encurtando o ciclo de crescimento do fio. A cada novo ciclo, o fio nasce um pouco mais fino, mais claro e mais curto. Esse processo tem nome: miniaturização.

É por isso que o quadro engana. A pessoa não vê queda no começo — vê o cabelo “sem volume”, a risca mais larga, o rabo de cavalo mais fino. A queda visível costuma vir depois, quando boa parte da miniaturização já aconteceu.

Como se manifesta

Nos homens: recuo da linha frontal, entradas que se aprofundam e rarefação no topo da cabeça. A região da nuca e das laterais costuma ser poupada.

Nas mulheres: alargamento da risca central, perda de densidade no topo, afinamento generalizado. A linha frontal geralmente se mantém.

Por que a tricoscopia é decisiva aqui

A miniaturização é visível na tricoscopia muito antes de ser visível no espelho. O exame mostra a variação de diâmetro entre os fios de uma mesma área — o sinal clássico do quadro — e permite diferenciar a alopecia androgenética de uma queda difusa por estresse ou carência, que pedem conduta completamente diferente.

Também é a tricoscopia que responde à pergunta que mais importa: quanto ainda dá para recuperar. Folículo miniaturizado responde a estímulo. Óstio já fechado, não.

O protocolo

O tratamento clínico combina, conforme o caso:

O intervalo entre as sessões e a duração do ciclo saem da avaliação, não de um pacote pronto. Quando o quadro tem componente hormonal ou exige medicação, a orientação é buscar acompanhamento médico em paralelo — o tratamento clínico capilar soma, não substitui.

O que este tratamento não é

Aqui não se faz transplante capilar nem biópsia, e quadros em estágio avançado de doença capilar não são conduzidos por terapia capilar isolada. Em compensação, muitos casos tratados cedo o bastante nunca chegam a precisar de cirurgia — e essa é exatamente a razão de não deixar para depois.

Perguntas frequentes

Alopecia androgenética tem cura?

Não tem cura, porque a predisposição é genética e permanece. Mas tem controle, e controle muda o desfecho: estabilizar a miniaturização preserva os folículos que ainda estão ativos e recupera densidade nas áreas onde eles não fecharam.

Se eu parar o tratamento, volto ao que era?

O quadro volta a progredir, sim — por isso o protocolo prevê uma fase de manutenção, com sessões mais espaçadas. Não é um tratamento com data de alta, é um quadro que se acompanha.

Mulher também tem alopecia androgenética?

Tem, e é frequente. Só que o padrão é diferente: em vez de entradas e coroa, a mulher costuma perder densidade na região central, com o alargamento progressivo da risca. Por isso demora mais para ser percebida.

Outras condições

Comece pelo diagnóstico

A avaliação com tricologista identifica a causa da sua queda antes de qualquer tratamento. São R$ 100, abatidos na primeira sessão de procedimento.

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